O trabalho de Cao Guimarães (n. 1965, Belo Horizonte, MG) deriva de uma abordagem expandida do cinema, iniciada num momento inaugural da videoarte no Brasil. O artista transita do filme super-8 para o vídeo, criando conexões com as artes visuais por meio de uma linguagem cinematográfica. Suas imagens constituem um inventário de momentos distintos e visualmente intrigantes da vida cotidiana — formigas carregando confete depois do carnaval, ou bolhas de sabão flutuando pelos corredores de uma casa vazia. Sempre buscando documentar o ordinário, procura encontrar poesia onde ela não seria imediatamente reconhecível.
Última atualização em 18/07/2026
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Obras catalogadas
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