Carolina Botura nasceu em 1982 em Botucatu, SP, e vive e trabalha em Belo Horizonte, MG. É artista visual, performer e poeta. Graduada em Pintura e Escultura pela Escola Guignard – UEMG (2010–2015), também cursou Letras/Literatura e Alemão na UFMG e Turismo pela UFOP. Sua prática atravessa linguagens sem fronteiras fixas — pintura, escultura, instalação, performance, vídeo, cerâmica e música —, tendo a ação corporal como disparadora de todos os processos. Investiga temas como natureza, erotismo, espiritualidade, animalidade, magia, sexualidade, vida e morte a partir de uma perspectiva ecofeminista, enxergando o vegetal e o animal como potências relacionais. Co-idealizadora da VESPA (via de experimento em performance e ação) e integrante do coletivo plástico-sonoro POÇA, também compõe os projetos B∆siLåßusi e O∆H. É mestre em Reiki. Publicou os livros de poemas Parque e AguaPedra e os textos teóricos As coisas quando não são mais elas e Camela, todos pela editora Curiango. Possui obras nos acervos do BDMG Cultural e da Fundação Clóvis Salgado. Ganhadora do I Salão Brasileiro de Arte em Vidro/VideoFormes (França, 2020) e do II Prêmio Camelo de Arte Contemporânea (2016), foi indicada ao Prêmio PIPA 2021.
Última atualização em 18/07/2026
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Obras catalogadas
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