O Coletivo Bijari, fundado em 1996 na Vila Madalena, São Paulo, por arquitetos e artistas, atua nas fronteiras entre arte, design, comunicação e ativismo. O nome é inspirado na Fábrica Bijari — em analogia à Factory de Andy Warhol —, e o termo 'bijari' tem origem indígena (tupi). Com forte atuação em arte pública, ativismo micropolítico e cultura urbana, o coletivo questiona o consumo de imagens e a mediação política das mídias. Entre suas obras mais conhecidas estão Galinha: Elemento Analisador (2002) e Afiche Anti-Pop (2002). Participou das Bienais de São Paulo (27ª, 28ª, 32ª e 33ª), da Bienal de Valencia (2001) e do Videobrasil (2003, 2011). Integra a Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Em 2014 sua formação incluía Alexandre Marcati, Felipe Stutzman, Geandre Tomazoni, Gustavo Godoy, Henrique Périgo, João Rocha, Marcelo Bressan, Maria Montes, Maurício Brandão, Nalva Maria, Olavo Ekman, Rodrigo Araújo, Tassia Landgraf, Victor Pardinho e Vinícius Costa.
Última atualização em 18/07/2026
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Obras catalogadas
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