Elisa Arruda (Belém, PA, 1987) é artista visual nascida na região amazônica. Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP (2017), vive e trabalha entre Belém e São Paulo. Sua pesquisa parte da condição feminina — os relevos e camadas de tempo que a vida acrescenta ao corpo da mulher —, articulando temas como memória, laços afetivos, rupturas, maternidade e vida cotidiana. O desenho é o ponto de partida, mas ao longo dos anos a artista incorporou a gravura em metal (especialmente ponta-seca e água-forte), a fotografia, o vídeo-registro e objetos escultóricos como extensões narrativas. A partir de 2019 aprofundou-se na gravura em metal e, durante a pandemia, passou a tensionar a bidimensionalidade das estampas por meio de rasgaduras, dobras e montagens que dão volume às impressões. Mobílias, casas e objetos domésticos passaram a integrar seu vocabulário como metáforas do corpo feminino e do espaço habitado. Possui obras nos acervos do MuBE, Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Museu de Arte do Pará (MARP), Museu de Arte de Belém (MABE) e Espaço Cultural do Banco da Amazônia. É representada pela AM Galeria de Arte (BH/SP) e pela Galeria Gravura Brasileira (SP).
Última atualização em 18/07/2026
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Obras catalogadas
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