Emilio Azevedo é fotógrafo e artista visual goiano, baseado em Bruxelas. Estudou arte em Madri e fotografia na École Nationale Supérieure de la Photographie (ENSP) de Arles. Opera na interseção entre fotografia, instalação e vídeo, movendo-se entre documentário e ficção. Seu projeto central, 'Rondônia', é uma reflexão sobre como o território amazônico se tornou imagem: seguindo os rastros do Marechal Cândido Rondon pela BR-364, o artista investiga a produção histórica e contemporânea de representações da Amazônia. Ganhou o Photography Prize do Musée du Quai Branly (Paris) em 2020, submeteindo uma proposta de pesquisa. Em março de 2026, realizou a individual 'Como me apaixonei por uma linha' na Galeria Danielian (Rio de Janeiro), com curadoria de Fernanda Brenner.
Última atualização em 18/07/2026
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