Gustavo Caboco (Curitiba, PR, 1989), do povo Wapichana. Vive e trabalha em Cuiaba, MT. Sua producao artistica se desdobra nas areas das artes visuais, cinema e literatura. Na obra de Caboco encontramos dispositivos para reflexao sobre os deslocamentos dos corpos indigenas, os processos de (re)territorializacao e a producao da memoria. Em 2001, fez seu primeiro retorno a terra Wapichana. Em 2018, venceu o Concurso FNLIJ Tamoios de Textos de Escritores Indigenas com o texto Semente de Caboco. Em 2019, publicou seu primeiro livro, Baaraz Kawau, no Museu Paranaense. Foi artista convidado da 34a Bienal de Sao Paulo e da exposicao Moquem Surari no MAM-SP (2021). Em 2022, realizou a individual ouvir aterra na Millan (SP). Em 2024, assinou a curadoria do Pavilhao Hahawpua junto de Denilson Baniwa e Arissana Pataxo na Bienal de Veneza. Indicado ao Premio PIPA 2022, 2023 e 2025.
Última atualização em 18/07/2026
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Obras catalogadas
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