Marcos Duarte iniciou sua trajetória autodidata na expressão de uma técnica escultórica que invoca a tradição do naturalismo descritivo que prosperou no Brasil a partir do século 17. Suas reproduções em madeira de espécies da fauna brasileira foram apresentadas, em 2007 e 2008, respectivamente, nas suas primeiras exposições individuais: no Centro de Visitantes do Parque Nacional da Tijuca (RJ) e no estande do Brasil na EXPOZARAGOZA2008 (Zaragoza, Espanha), a convite do Ministério do Meio Ambiente. Em 2009, orienta-se para a arte contemporânea, na companhia de João Goldberg, na EAV/Parque Lage, aprimorando estudos em madeira que resgatam seu estatuto essencial como matéria-base da sociedade, aliando acuidade técnica e ilusão em um naturalismo contemporâneo.
Última atualização em 18/07/2026
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Obras catalogadas
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