Artista nascido em Ibicaraí, Bahia, em 15 de janeiro de 1967, Maxim Malhado vive em Massarandupió (BA). Sua obra parte da memória do interior baiano e do Recôncavo — desenhos em paredes de casas, gestos populares de ocupação do espaço — para uma pesquisa sobre espacialidade, materializada em desenho, pintura, objetos e instalações, com forte caráter gráfico. Trabalha sobretudo a madeira e temas como sexualidade, religião e cultura popular. Começou a expor em meados dos anos 1990, foi premiado sete vezes nos Salões Regionais da Bahia, recebeu o Prêmio Aquisição no VIII Salão do MAM da Bahia (2001), foi selecionado no Rumos Itaú Cultural (2001) e participou da 26ª Bienal de São Paulo (2004). Foi indicado ao Prêmio PIPA (2011 e 2015).
Última atualização em 18/07/2026
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Obras catalogadas
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