Natalie Braido (São Paulo, 1996) é artista visual cuja prática articula instalação, escultura e processos efêmeros inspirados na tradição da arte autodestrutiva — de Gustav Metzger a Jean Tinguely. Trabalha com materiais instáveis e temporais: gelo, sal, mecanismos elétricos (motores, transformadores de tensão), papel de recibo queimado, vidro (Lágrimas de Rupert), aerogel, bambu e anzóis. Suas obras investigam temporalidade, falha e instabilidade como condições intrínsecas do material e do sistema. Expôs no Sesc Pinheiros, no Instituto Artium de Cultura, participou da Abre Alas 15 na A Gentil Carioca (RJ, 2019) e da coletiva itinerante 'Refundação' pelos 80 anos do Museu da Inconfidência (2024). Em 2025 realizou sua primeira individual, 'Diagrama de Fases', na Galeria Marli Matsumoto, com texto de Oliver Basciano.
Última atualização em 18/07/2026
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Obras catalogadas
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