Regina Parra (São Paulo, 1984) investiga a tensão entre a opressão e a rebelião por meio de uma obra polivalente: pinturas, desenhos, vídeos, performances, instalações e neons, vinculados a campos criativos como a dança, a música, o figurino e o cinema. O que une todos esses elementos é o teatro, sua primeira formação. Sua produção é centrada no corpo social da mulher como lugar de afirmação e poder potencial. Confrontando narrativas perpetradas pelo patriarcado, colonialismo e capitalismo, Parra inverte os pressupostos de vulnerabilidade sobre os corpos femininos com trabalhos de cunho feminista. Indicada ao Prêmio PIPA em 2010, 2017, 2018 e 2019, venceu o Prêmio 3M de Arte Pública (2018), o Prêmio de Videoarte da Fundação Joaquim Nabuco (2012) e o I Prêmio SESC Videobrasil Ateliê Aberto (2011). Sua obra integra acervos como MACBA (Barcelona), MASP, Pinacoteca de São Paulo, Fundação Joaquim Nabuco, Associação Cultural Videobrasil e Instituto Figueiredo Ferraz.
Última atualização em 18/07/2026
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Obras catalogadas
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