Foco: arte contemporânea e ativismo cultural - residências artísticas, exposições temporárias, cursos e formação
Despina é uma organização cultural independente sem fins lucrativos criada no Rio de Janeiro em 2013 pela fundadora e diretora artística Consuelo Bassanesi, dedicada à arte contemporânea e ao ativismo cultural, com atuação na intersecção entre arte e feminismos interseccionais, antirracistas e trans inclusivos. O nome vem de uma das cidades imaginadas por Ítalo Calvino em As Cidades Invisíveis (1972). O espaço ocupa casarios históricos desde sua origem no centro histórico do Rio (com base na região do Largo das Artes), passando em dezembro de 2017 a outro sobrado no centro (Rua do Senado, 271) e depois para Santa Teresa, onde ocupou a Rua Almirante Alexandrino, 26 (página de contato em 2021) e funciona hoje na Rua Hermenegildo de Barros, 73 (CEP 20241-040, confirmada na página de contato em março de 2026), um sobrado de cerca de 400 m² com ateliês de artistas e espaço expositivo aberto à visitação nas programações de exposições e eventos. Desde 2020 a Despina concebe e gere o Compa - Arquivo das Mulheres, o primeiro arquivo digital colaborativo do Brasil dedicado às memórias e às lutas das mulheres e do movimento feminista. É membro da rede de parceiros do Prince Claus Fund e já colaborou com Goethe Institut, British Council, Central Saint Martins (University of the Arts London), Fruitmarket Gallery (Edimburgo), Diagonale e Arts Council de Montreal. Seu programa internacional de residências já recebeu mais de 80 artistas de cerca de 15 países. A equipe conta ainda com Ana Lu Borges na direção administrativa e financeira e uma rede de curadores de suporte ao programa de residências.
Rua Hermenegildo de Barros, 73, Santa Teresa, CEP 20241-040, Rio de Janeiro - RJ
Última atualização em 03/09/2026
Programa de residências artísticas para artistas e curadores brasileiros e internacionais (residências de produção, de pesquisa e com foco em curadoria, com ateliês, visitas de estudo e mentorias), além de uma agenda dinâmica de exposições temporárias, oficinas, cursos, conversas públicas, performances e exibições de filmes. Projetos próprios incluem o seminário internacional Arte e Ativismo na América Latina (2017 e 2018, com atividades na UERJ) e o programa de residências com bolsa Zum Zum Auê para coletivos LGBTQIA+, afrodescendentes, indígenas e de mulheres. Desde 2020 gere também o Compa - Arquivo das Mulheres.
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