Foco: escola-residência em artes visuais contemporâneas para artistas de favelas e periferias
A ELÃ – Escola Livre de Artes, registrada nesta base como Escola Livre de Artes da Maré, é uma escola-residência em artes visuais inaugurada em 2019 no Galpão Bela Maré, na Nova Holanda, Conjunto de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro. É iniciativa do Observatório de Favelas, realizada em parceria com a produtora Automatica, e é concebida anualmente a partir de turmas temáticas: encontros semanais, majoritariamente aos sábados no galpão, organizados em laboratórios (Percursos, Corpos, Materialidades, Conceitos e Agenciamentos), com vivências em artes, acompanhamento curatorial individual, bolsas de residência e exposição coletiva com catálogo ao final. Destina-se a pessoas artistas oriundas ou residentes de favelas e periferias da metrópole do Rio de Janeiro, selecionadas com diversidade de gênero, identidade étnico-racial, sexualidade e território, com metodologia calcada na coletividade e referencial descentralizado da história da arte hegemônica. A turma inaugural, 'O nome que a gente dá às coisas' (2019-2020), teve edital lançado em junho de 2019 com 25 vagas e bolsa de R$ 500, culminando na exposição Bela Verão no galpão. Seguiram-se 'Construindo masculinidades outras' (2020-2021, em parceria com o projeto GlobalGRACE, formato híbrido na pandemia), 'Ecologias do Bem Viver' (2022), 'Pista Ritmo Fluxo' (2023, o baile como orientação poética e metodológica), 'Caminho' (2024), 'Desejar' (2025) e 'Confluências' (2026, sétima edição, a primeira fora do Rio de Janeiro, realizada no Ceará em parceria com o Hub Cultural Porto Dragão e o Centro Dragão do Mar, com exposição no Museu de Arte Contemporânea do Ceará). Em três edições até 2023 formou 53 artistas, com bolsas mensais de R$ 700 nas turmas de 2022 e 2023 (viabilizadas pela Lei Federal de Incentivo à Cultura com apoio da Samambaia Filantropias), egressos indicados ao Prêmio PIPA e presença em exposições e feiras do Sudeste. Desambiguação: a ELÃ é distinta do Centro de Artes da Maré, equipamento da Redes de Desenvolvimento da Maré na mesma rua (número 181) que abriga a Escola Livre de Dança da Maré, e também é distinta do próprio Galpão Bela Maré, espaço-sede que consta nesta base como entidade separada.
Rua Bittencourt Sampaio, 169, Nova Holanda, Conjunto de Favelas da Maré, CEP 21044-261
Última atualização em 04/09/2026
Escola-residência anual gratuita em artes visuais, sem diploma (nível livre), com turmas temáticas de artistas de favelas e periferias do Rio de Janeiro. Formato: encontros semanais, majoritariamente aos sábados no Galpão Bela Maré, organizados em cinco laboratórios (Percursos, Corpos, Materialidades, Conceitos e Agenciamentos na edição 2026), vivências em artes, acompanhamento curatorial individual e exposição coletiva com catálogo ao final. Bolsas por edição (R$ 500 de ajuda de custo na primeira turma de 2019, R$ 700 mensais nas edições 2022 e 2023, mais bolsa de produção de R$ 1.500 em 2023). Edições realizadas: O nome que a gente dá às coisas (2019-2020), Construindo masculinidades outras (2020-2021), Ecologias do Bem Viver (2022), Pista Ritmo Fluxo (2023), Caminho (2024), Desejar (2025) e Confluências (2026, expandida para o Ceará em parceria com o Hub Cultural Porto Dragão e o Centro Dragão do Mar)
Sem exposições catalogadas
Nenhuma exposição de artista do índice em Escola Livre de Artes da Mare foi catalogada até agora. As exposições aparecem aqui conforme a pesquisa de trajetória avança.
Sem artistas catalogados
Nenhum artista do índice tem vínculo catalogado em Escola Livre de Artes da Mare. O vínculo aparece aqui conforme a pesquisa avança.
Sem artistas do índice catalogados nesta escola, não há score médio nem genoma a calcular.