Foco: exposições temporárias de artes visuais (galeria pública do GDF)
A Galeria Athos Bulcão é um espaço expositivo público do Governo do Distrito Federal, administrado pela Secretaria de Cultura do DF e instalado no Anexo do Teatro Nacional Cláudio Santoro, no SCTN, Via N2, Plano Piloto de Brasília. Foi criada junto com a construção do Teatro Nacional, em 1981, e conta com cerca de 600 m2. O nome homenageia o artista Athos Bulcão (Rio de Janeiro, 1918 - Brasília, 2008), autor dos painéis de azulejos que marcaram a identidade visual da capital. Em 2010 o espaço foi desativado e passou a servir de depósito do acervo do Museu de Arte de Brasília (MAB) e de reservas técnicas de outros museus. Após reforma de R$ 277 mil (piso novo, instalações elétricas, iluminação, ar-condicionado e área de acervo), foi reaberta em 17 de setembro de 2014 com a mostra "A paisagem mexicana na plástica de Luiz Nishizawa", correalizada pela Secretaria de Cultura do DF e pela Embaixada do México. Entre as exposições documentadas no espaço estão "Aúra-Masda x Arimã" (1991), a 1ª Bienal de Arte Contemporânea no DF (1993), "Cor e Forma, Arte e Arquitetura" (1998) e "Abdias Nascimento: memória viva" (2006), esta última registrada pela Enciclopédia Itaú Cultural, que documenta 9 eventos na instituição. A entrada é gratuita, com horário informado de terça a domingo, das 10h às 20h. Desambiguação: trata-se da galeria estatal no Anexo do Teatro Nacional, não confundir com a Fundação Athos Bulcão, que preserva o acervo do artista com sede própria na W3 Sul (CRS 510, Bloco B, Loja 51) e que registra em seu site exposições realizadas na "Galeria Athos Bulcão do Teatro Nacional Cláudio Santoro" como espaço externo, nem com eventuais espaços homônimos em outros endereços. Não foram localizadas fontes acessíveis que confirmem a programação da galeria nos últimos anos (2023-2026).
SCTN, Via N2, Lote Único, Anexo do Teatro Nacional Cláudio Santoro, CEP 70041-905
Última atualização em 03/09/2026
Galeria pública de exposições temporárias de artes visuais do GDF. Registra mostras como "Aúra-Masda x Arimã" (1991), 1ª Bienal de Arte Contemporânea no DF (1993), "Cor e Forma, Arte e Arquitetura" (1998), "Em Dois Tempos" (2005) e "Abdias Nascimento: memória viva" (2006). Reaberta em 2014 com exposição correalizada com a Embaixada do México. Programação recente (2023-2026) não confirmada em fontes acessíveis.
1 exposição catalogada de 1 artista do índice · 2016
Sem artistas catalogados
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