Foco: Arte, design, arquitetura, moda e tecnologia do Japão contemporâneo e diálogos Brasil-Japão
A Japan House São Paulo (JHSP) é um centro cultural nascido do projeto global Japan House, iniciativa do governo japonês para apresentar o Japão do século 21 em três metrópoles - São Paulo, Londres e Los Angeles -, com diretrizes criativas do designer Kenya Hara (produtor-geral do projeto) e secretaria internacional operada pela Dentsu. São Paulo foi escolhida por abrigar a maior população de origem japonesa fora do Japão, e sua unidade foi a primeira das três a ser inaugurada: abriu ao público em maio de 2017 (o site internacional oficial cita abertura em abril de 2017). Tornou-se um dos principais equipamentos culturais da cidade, com 2 milhões de visitantes acumulados já em fevereiro de 2020. Ocupa um edifício pré-existente na esquina da Avenida Paulista, 52 com a Rua 13 de Maio, ao lado da Praça Oswaldo Cruz (Bela Vista), reconfigurado pelo arquiteto Kengo Kuma em parceria com o escritório brasileiro FGMF Arquitetos: a fachada combina finas varas de hinoki (cipreste japonês com mais de 70 anos) com cobogós de concreto - diálogo entre estética japonesa e modernismo brasileiro - e painéis de malha revestidos de washi (papel artesanal japonês). São três pavimentos com galerias de exposição, sala multiuso, sala de seminários, biblioteca/espaço literário, loja, café e o restaurante Aizomê, da chef Telma Shiraishi. A programação, gratuita, privilegia exposições temporárias de arte, design, arquitetura, moda, tecnologia e gastronomia japonesas e diálogos Brasil-Japão, com mostras de artistas como Takesada Matsutani, Oscar Oiwa, Tadashi Kawamata, Chiharu Shiota, Naoki Urasawa e Tsuyoshi Tane, além de oficinas, palestras, clube de leitura, ciclo de mangá e tours virtuais. A operação local é feita por associação civil própria (presidida por Carlos Roza, com direção cultural de Natasha Barzaghi Geenen e presidência honorária de Rubens Ricupero), supervisionada por comitê presidido pelo Cônsul-Geral do Japão em São Paulo e integrado pelo Diretor-Geral da Fundação Japão e lideranças nipo-brasileiras. O espaço segue ativo e gratuito, com duas exposições em cartaz no segundo semestre de 2026 (Shiro: uma escala de nuances e KIGUMI: revelando a carpintaria por trás da junta de madeira).
Avenida Paulista, 52, Bela Vista, CEP 01310-000
Última atualização em 02/09/2026
Exposições temporárias gratuitas distribuídas por três pisos de galeria, dedicadas à arte, ao design, à arquitetura, à moda, à tecnologia e à gastronomia do Japão contemporâneo e a diálogos Brasil-Japão (ex.: Japão 47 artesãos, Design Museum Japan, Efeito Japão: moda em 15 atos, Construção - Tadashi Kawamata, instalação de Chiharu Shiota, Isto é Mangá - a arte de Naoki Urasawa). A programação inclui ainda oficinas, palestras, seminários, clube de leitura, ciclo de mangá, tours virtuais e conteúdo no Google Arts & Culture, além de biblioteca/espaço literário, loja, café e restaurante.
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Sem artistas catalogados
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