Foco: pintura colonial e moderna baiana, artes decorativas
Fundado em 23 de julho de 1918 como Museu do Estado da Bahia (Lei nº 1.255, governo de Antônio Muniz Sodré de Aragão), é o museu mais antigo da Bahia e um dos dez primeiros do Brasil. Nasceu a partir da coleção do médico Jonathas Abbott, com quase 400 peças majoritariamente de pintura, adquiridas pelo governo provincial em 1871, e teve perfil enciclopédico nas primeiras décadas, passando por sedes como o prédio do Campo Grande (1931-1946) e o Palacete Góes Calmon (1946-1982) sob nomes como Museu da Bahia e Pinacoteca do Estado. Reabriu como Museu de Arte da Bahia por volta de 1970 e, desde 5 de novembro de 1982, ocupa o Palácio da Vitória, edifício neocolonial erguido entre 1924 e 1927 no Corredor da Vitória, que incorpora elementos de solares demolidos, como a portada de 1674 do Solar João de Aguiar Matos. Hoje é um museu público estadual gerido pelo IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia), vinculado à SecultBA, com entrada gratuita e visitação de terça a domingo, das 10h às 18h. O acervo reúne cerca de 5 mil obras entre pinturas da escola baiana (José Joaquim da Rocha, José Teófilo de Jesus, Franco Velasco, Manuel Lopes Rodrigues), telas estrangeiras dos séculos XVI em diante (incluída atribuição a Goya), imaginária colonial, porcelanas orientais e europeias (Qing, Sèvres, Wedgwood), prataria, mobiliário barroco e neoclássico, numismática e têxteis, mais biblioteca especializada com cerca de 12 mil volumes. Outras fontes citam 13.686 peças no total, incluindo cerca de 6.200 itens documentais. É parceiro do Google Arts & Culture, com 202 itens digitalizados, incluindo obras de Carybé e Óseas Santos. Observação sobre a sede: as fontes oficiais (IPAC) e a imprensa denominam o prédio como Palácio ou Palacete da Vitória, na Av. Sete de Setembro, 2340. A designação Palacete das Víduas e Condes não foi confirmada em nenhuma das fontes consultadas.
Avenida Sete de Setembro, 2340, Corredor da Vitória, bairro Vitória, Salvador, CEP 40080-003
Última atualização em 28/08/2026
Cerca de 5 mil obras em duas grandes coleções, artes plásticas (pintura e escultura) e artes decorativas: pinturas da escola baiana dos séculos XVIII e XIX, telas estrangeiras (com atribuições a Goya, Lanfranco e Conca), imaginária colonial, porcelanas chinesas da dinastia Qing e europeias (Sèvres, Wedgwood), prataria e ourivesaria dos séculos XVIII e XIX, mobiliário barroco e neoclássico, numismática e têxteis. Núcleos principais: coleção Jonathas Abbott (adquirida em 1871), coleção Góis Calmon (1943) e doação José Pedreira (1982). Mantém biblioteca especializada com cerca de 12 mil volumes e hemeroteca com mais de 15 mil recortes. Uma fonte cita 13.686 peças ao todo, incluindo acervo documental de cerca de 6.200 itens. No Google Arts & Culture há 202 itens digitalizados, incluindo obras de Carybé e Óseas Santos.
5 exposições catalogadas de 4 artistas do índice · 1975–2024
Sem artistas catalogados
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