Foco: arte moderna e contemporânea
O Museu Guido Viaro foi criado em 1975 por meio de comodato entre a família do artista e a Prefeitura Municipal de Curitiba, funcionando por duas décadas no Largo da Ordem, no centro histórico. Com o encerramento das atividades em 1995, o acervo ficou sob a guarda da família, guardado por quase 15 anos na casa do filho do pintor, Constantino Viaro, que seguia recebendo pedidos de visita de escolas, universidades e pesquisadores. Em 10 de novembro de 2009 a família inaugurou a sede atual num prédio de 1929 na Rua XV de Novembro, esquina com a General Carneiro, em frente à Reitoria da UFPR, reformado com recursos próprios — tornando-se, segundo a Gazeta do Povo, o primeiro museu particular de Curitiba. O museu abriga uma vasta mostra permanente da obra do pintor italo-brasileiro Guido Viaro (Badia Polesine, Itália, 1897 - Curitiba, 1971), nome central do modernismo no Paraná, professor da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) desde sua fundação em 1948 e criador do Centro Juvenil de Artes Plásticas (1953). O conjunto reúne mais de 1,1 mil obras catalogadas do artista, entre óleos, desenhos e gravuras, com destaques como 'A Polaca' (1935), 'Fofoqueiras' (1940) e 'Lavadeiras' (1960), além de obras dos tios do pintor, Angelo e Antonio Viaro. Um anexo recebe em média 10 exposições temporárias por ano, sob o lema 'onde o clássico e o contemporâneo se encontram'. Instituição ativa, funciona de terça a sábado, das 14h às 18h, com entrada gratuita, e mantém programação cultural intensa: sala dedicada ao escritor Dalton Trevisan, sede do Cineclube Espoletta desde 2011, concertos, lançamentos de livros e saraus, além de visitas guiadas para escolas e universidades. Está cadastrado no Cadastro Nacional de Museus (IBRAM/MuseusBr, atualização 2024) e segue com exposições temporárias em cartaz conforme seu Instagram oficial (2026).
Rua XV de Novembro, 1348, Centro, 80410-240
Última atualização em 28/08/2026
Vasta mostra permanente da obra de Guido Viaro (óleos, desenhos e gravuras), formada pela coleção da família. Segundo a Gazeta do Povo, o conjunto catalogado soma mais de 1,1 mil obras do artista, com destaques como 'A Polaca' (1935), 'Fofoqueiras' (1940), 'Lavadeiras' (1960) e obras dos tios do pintor, Angelo e Antonio Viaro. Um anexo recebe em média 10 exposições temporárias por ano e há uma sala dedicada a Dalton Trevisan. O Cadastro Nacional de Museus (IBRAM) tipifica o acervo como Artes Visuais, sem total de bens museológicos informado.
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