Foco: arte moderna (brasileira e inglesa) e arte contemporânea, nipo-brasileira e baiana
Primeira instituição museológica de Feira de Santana, o museu nasceu em 1967 como Museu Regional de Feira de Santana, dentro da campanha nacional de Assis Chateaubriand para descentralizar a arte por meio de museus regionais. Funcionou de 1967 a 1985 no antigo prédio da administração do Campo do Gado, na Rua Geminiano Costa (imóvel que hoje abriga o MAC Raimundo de Oliveira). Nos anos 1970 e início dos 1980 entrou em crise por falta de recursos municipais, chegando a ser arrombado e depredado, o que levou a sociedade feirense a pressionar pela sua preservação. Em 1985 a Prefeitura transferiu o museu à Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), que é até hoje sua mantenedora. Em 1995, com a inauguração do CUCA (Centro Universitário de Cultura e Arte), o museu ocupou o antigo prédio da Escola Normal, na Rua Conselheiro Franco 66, e passou a se chamar Museu Regional de Arte (MRA). Nessa reestruturação o acervo original foi desmembrado, com a parte regionalista e da cultura do couro destinada ao Museu Casa do Sertão (também da UEFS), e o MRA tornou-se um espaço exclusivamente dedicado às artes visuais. Não deve ser confundido com o Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira (MAC), que é municipal, mantido pela Fundação Cultural Egberto Tavares Costa da Prefeitura, funciona na Rua Geminiano Costa e tem acervo focado em contemporâneos de Feira de Santana e da Bahia. Em funcionamento regular, o MRA abre de segunda a sexta (8h-12h e 14h-18h) no CUCA, com visitação e agendamento de visitas escolares, programa educativo 'Domingo tem Museu' e exposições do próprio acervo, como 'Fragmentos de Infinito: A Liberdade da Cor', em cartaz segundo o site oficial. É reconhecido como um dos museus mais importantes da Bahia.
Rua Conselheiro Franco, 66, Centro, CEP 44002-128
Última atualização em 28/08/2026
Um dos acervos de artes visuais mais importantes da Bahia. Reúne pintura e artes plásticas de modernistas brasileiros de destaque, incluindo participantes da Semana de Arte Moderna de 1922, e uma coleção de modernistas ingleses descrita como única em toda a América Latina, adquirida por Assis Chateaubriand quando embaixador na Inglaterra (cerca de 1957-1960) e doada ao governo baiano. Compreende ainda arte nipo-brasileira e obras contemporâneas de artistas brasileiros, baianos e feirenses. A parte regionalista e da cultura do couro do acervo original foi transferida em 1995 para o Museu Casa do Sertão (UEFS).
1 exposição catalogada de 1 artista do índice · 2009
Sem artistas catalogados
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