61 instituições no índice.
A ABRA - Academia Brasileira de Arte é uma escola privada de arte e design fundada em 1987 em São Paulo pelo artista plástico e professor Laerte Galesso, que segue como diretor e professor da casa. Funciona em sede na Av. Macuco, 684, bairro de Moema, a cinco minutos da estação Moema do metrô, e ensina desenho básico e artístico, pintura, aquarela, história da arte, desenho técnico e arquitetônico, decoração e design de interiores em turmas de até 12 alunos, pelo método próprio SEIA (Sistema de Ensino Individualizado ABRA), com certificado emitido pela própria escola. Além dos cursos presenciais, mantém operação digital (cursos online e ao vivo, canal ABRA Play e presença em plataformas como Domestika) e estava ativa em 2026, com matrículas abertas e mais de 116 mil seguidores no Instagram. Apesar do nome 'Academia', trata-se efetivamente de uma escola livre de formação em artes visuais, sem relação com academia de letras, premiação ou associação de classe.
Desde 1987
O Bacharelado em Artes da Universidade Federal Fluminense, criado em 2012, é a formação em artes visuais da UFF, sediada no Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS), no Campus do Gragoatá (Bloco J), no bairro de São Domingos, em Niterói. De vocação transdisciplinar e experimental, o curso não tem habilitações formais (pintura, gravura, escultura), acolhe cerca de 20 novos estudantes por semestre e tem duração mínima de 4 anos, com percursos formativos flexíveis nos campos híbridos da arte contemporânea. O IACS organiza-se em departamentos (Arte, Ciência da Informação, Cinema e Vídeo, Comunicação Social, Estudos Culturais e Mídia), cabendo ao Departamento de Arte a graduação em Artes, que conta com a galeria GAIA - Campo Aberto das Artes em seu prédio. Na pós-graduação, a formação em artes no instituto se dá pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes (PPGCA), com mestrado, doutorado e pós-doutorado, também sediado no IACS/Campus do Gragoatá — não há um 'PPG em Artes Visuais' separado na UFF. O bacharelado mantém parcerias que levam atividades a equipamentos culturais de Niterói e do Rio de Janeiro, como o MAC, o MAR e o Centro Cultural Paschoal Carlos Magno.
Desde 2012
O Ateliê Fidalga é um espaço independente e sem fins lucrativos de arte contemporânea na Vila Madalena, em São Paulo, batizado a partir da Rua Fidalga, onde funciona. Sua origem está no grupo de estudos que as artistas Sandra Cinto e Albano Afonso passaram a coordenar em 1998, numa proposta de aprendizado horizontal entre artistas de formações diversas (artes visuais, filosofia, arquitetura, comunicação, literatura, música e teatro). Por volta de 2012 o casal transformou a iniciativa no Projeto Fidalga, instalado no antigo ateliê dos dois, reunindo ateliês coletivos de artistas, três espaços expositivos (Sala Aquário e Salas Espelho), áreas multiuso e alojamentos para artistas, curadores, arquitetos e educadores, em sede reformada pelo escritório de arquitetura 23 Sul. A vocação formativa segue o modelo horizontal de aprendizado defendido pelo curador Paulo Reis (1960-2011) no texto de abertura do projeto, que dá nome à Residência Paulo Reis - residência sem fins lucrativos voltada ao intercâmbio entre artistas do Brasil, Portugal e Espanha, com parcerias como o Aomori Contemporary Art Centre (Japão), a Appleton e o DIDAC. Entre as residências, o programa Ativações Fidalga ocupa os espaços com pequenas exposições, ateliês abertos, leituras de portfólios e conversas entre artistas, ao lado do programa de Artista Convidado, do Programa PONTE e das publicações editadas pelo espaço. O Ateliê Fidalga está em operação: a agenda do site registra programação expositiva contínua em 2024, 2025 e 2026 (com exposições duplas em salas simultâneas) e o perfil @projetofidalga no Instagram, que define o espaço como 'independente, sem fins lucrativos para projetos experimentais e residências artísticas (artes visuais e educação)', seguia ativo em 2026. A sede fica na Rua Fidalga, 299, Vila Madalena.
O Ateliê Livre da Prefeitura de Porto Alegre, oficialmente denominado Atelier Livre Xico Stockinger desde a Lei Municipal 11.383 de 2012, é uma escola livre de artes visuais mantida pela Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre. Nasceu em abril de 1961 de um curso aberto de pintura ministrado por Iberê Camargo na Galeria Municipal (1960), posto em prática pelo crítico Carlos Scarinci e pelo escultor Francisco Stockinger, primeiro diretor e homenageado no nome atual, como alternativa ao ensino acadêmico do Instituto de Artes da UFRGS — sem vínculo com o MARGS, que é museu estadual. Após sedes provisórias (Praça XV de Novembro, Mercado Público e rua Lobo da Costa), ocupa desde 1978 o Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues, na Avenida Érico Veríssimo, 307, bairro Menino Deus, mantendo cursos regulares e temporários, o espaço expositivo Espaço Alternativo, a revista As Partes e o Festival de Arte da Cidade. Segue ativo, com inscrições e cursos anunciados pela prefeitura em 2024-2026, apesar das dificuldades agravadas pela pandemia e pela enchente de 2024.
Desde 1961
Escola livre de fotografia de Salvador, criada em 1997 pelo fotógrafo e jornalista Marcelo Reis e hoje denominada Instituto Casa da Photographia. Funciona na Rua General Labatut, 58, bairro de Barris, em frente à Biblioteca Central dos Barris, e se define como escola popular de fotografia e produtora cultural, oferecendo cursos livres técnicos e conceituais, caminhadas fotográficas, o festival A Gosto da Fotografia e eventos com nomes como Mário Cravo Neto, Walter Firmo e Evandro Teixeira. Pelo instituto circulou o projeto expositivo Panorama da 3ª geração da Fotografia da Bahia, único do Nordeste premiado com a Bolsa Funarte Marcantonio Vilaça 2023, exibido em Salvador até dezembro de 2025. Verificação em setembro de 2026 indica entidade em operação: o site oficial mantém inscrições abertas ('desde 1997') e o Instagram @casadaphotographia (cerca de 14,6 mil seguidores) divulga turmas e cursos em destaques ativos. A programação mais recente datada nas fontes é de 2025 (curso presencial de maio a julho e exposição até dezembro), sem agenda de 2026 localizada online — recomenda-se confirmação direta com o instituto para atividade no corrente ano.
Desde 1997
A Casa Tombada (nome oficial 'A Casa Tombada') é um centro independente de estudo, pesquisa e experimentação em arte, educação e linguagem, inaugurado em 18 de julho de 2015 em Perdizes, em frente ao Parque da Água Branca, em São Paulo, pelos artistas e educadores Ângela Castelo Branco (doutora em Artes pelo Instituto de Artes da UNESP, poetisa e arte-educadora) e Giuliano Tierno (doutor e mestre em Artes pela UNESP, contador de histórias e pesquisador da arte narrativa). Reúne sob um mesmo teto salas de aula, ateliês, biblioteca e espaço de convívio, com proposta de caráter (in)disciplinar que busca diminuir as fronteiras entre as linguagens artísticas e entre o fazer e o pensar. Desde a fundação funciona como polo de pós-graduação e extensão ligado à Faconnect (Faculdade de Conchas). Com a pandemia fechou as portas físicas em 2020 e criou a Casa Tombada-Nuvem (plataforma online), atuou em Bragança Paulista em parceria com a Escola Viverde (2020-2022), ocupou a Casa das Caldeiras na Água Branca (2023) e desde maio de 2025 está de volta à sede própria na Rua Ministro Godói 333, em Perdizes. No campo das poéticas visuais mantém ateliês e oficinas presenciais de desenho ('Estudo do Desenho a partir das Materialidades' e 'Acompanhe uma árvore: percepções da natureza através do desenho'), aquarela ('Ateliê de Aquarela: Poéticas Visuais da Natureza'), fotografia, criação artística para crianças e residências artísticas, além de ciclos de estudos, cursos autoformativos e pós-graduações lato sensu 100% online. Em 2025 celebrou 10 anos com programação especial e segue ativa, com perfil verificado de cerca de 70 mil seguidores no Instagram, mantendo-se autossustentável, sem mantenedores ou subsídios governamentais, e oferecendo bolsas integrais para pessoas negras, indígenas, trans e com deficiência.
O Ceart, oficialmente denominado Centro de Artes, Design e Moda da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), é a unidade multidisciplinar do estado dedicada ao ensino superior em artes. Foi criado em 1985 no bairro Itacorubi, em Florianópolis, para abrigar a Licenciatura em Educação Artística existente desde 1974 na antiga Faculdade de Educação (Faed), e hoje reúne também cursos de Música, Artes Cênicas, Design e Moda. Sua sede fica na Avenida Madre Benvenuta, 1907, Itacorubi. No campo das artes visuais, o Bacharelado em Artes Plásticas foi criado em 1994 e, em 2008, as duas matrizes foram reformuladas com os nomes atuais de Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais. O centro mantém ainda o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV), com Mestrado iniciado em 2005 e Doutorado a partir de 2013.2, organizado em torno do ensino das artes visuais, dos processos artísticos contemporâneos e da teoria e história das artes visuais.
Desde 1985
O Centro de Artes (CAr) é a unidade acadêmica da Universidade Federal do Espírito Santo dedicada às artes, à comunicação e ao design, sediada no CEMUNI II do campus de Goiabeiras, em Vitória (Av. Fernando Ferrari, 514). Foi criado em junho de 1971, no contexto da Reforma Universitária de 1968, a partir da antiga Escola de Belas Artes do Espírito Santo (criada em setembro de 1951, com o pintor Homero Massena como primeiro diretor e cursos iniciais de Pintura, Gravura, Decoração e Professorado de Desenho), que se fixou no campus em julho de 1969. Dos departamentos originais (Formação Artística, Artes Industriais e Decorativas e Fundamentos Técnico-Artísticos), o centro cresceu com a incorporação de Arquitetura e Urbanismo e, em 2006, do Departamento de Comunicação Social, vindo do CCJE. A entidade segue existindo com o nome Centro de Artes e direção escolha por consulta eleitoral à comunidade acadêmica. Hoje reúne cinco departamentos — Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Comunicação Social, Design e Teoria da Arte e Música — e é a sede da formação em artes visuais da UFES: a Licenciatura em Artes Visuais (integral e noturno) e o Bacharelado em Artes Plásticas, além do Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGA), com mestrado criado em 2006, doutorado posterior (o primeiro da área na UFES) e conceito CAPES 4 no ciclo 2017-2020, na área de concentração Arte e Cultura. O centro conta com cerca de 160 servidores e mantém equipamentos culturais no campus, como teatros e galerias universitárias.
O Centro de Artes é a unidade da Universidade Federal de Pelotas (UFPel, instituída em 1969) dedicada ao ensino das artes. Sua origem remonta à Escola de Belas Artes Cármen Trápaga Simões, criada em 1949 na cidade e depois incorporada à universidade, e ao Instituto de Artes (IA), que iniciou suas atividades em 12 de abril de 1971 com o primeiro vestibular das licenciaturas em Artes Plásticas e em Música. Em 2005 a unidade passou a se chamar Instituto de Artes e Design (IAD) e, em 4 de novembro de 2010, a Portaria 1.718 criou o Centro de Artes, resultante da junção do IAD com o Conservatório de Música. Hoje é uma unidade federal gratuita, com atuação central na formação em artes visuais do sul do Rio Grande do Sul. Instalado em dois prédios no centro de Pelotas (Bloco 1 na Rua Coronel Alberto Rosa, 62, e Bloco 2 na Rua Álvaro Chaves, 65), o Centro de Artes agrega 18 cursos de graduação nas áreas de artes visuais, design, design de jogos, cinema, dança, música e teatro, além do Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGARTES), com mestrado e doutorado. Os cursos de Artes Visuais mantêm bacharelado e licenciatura, com ateliês de pintura, escultura, gravura e outras linguagens. O Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo (MALG, fundado em 1986) funciona como órgão suplementar do Centro de Artes, constituindo camada museal irmã desta ficha.
A Licenciatura em Artes Visuais da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) foi criada em 2002 pela Resolução UNIV nº 25, de 16 de setembro de 2002, com o nome original de Licenciatura em Artes com ênfase em Artes Visuais, e recebeu a primeira turma em 2003, com 20 vagas. O curso é administrado academicamente pelo seu colegiado, vinculado ao Departamento de Artes (criado pela Resolução Univ. nº 43, de 10 de dezembro de 2008) do Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes. Funciona no Campus Uvaranas (Central de Salas, Sala 59), em Ponta Grossa, em turno vespertino, como curso presencial de 4 anos reconhecido pelo Decreto nº 3.619, de 2 de março de 2016, com ingresso pelo Processo Seletivo Seriado (PSS). O colegiado, responsável pela qualidade didático-pedagógica do curso, mantém o Instagram @colegiado_artes_uepg e o curso segue ativo (recepção de calouros 2026 e PSS 2026 em andamento), com a galeria GAUEPG como espaço de exposição vinculado à formação.
Desde 2002
O Departamento de Artes (DEART) é a unidade do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da UFRN responsável pelo ensino das artes no Campus Universitário de Natal, abrigando as licenciaturas em Artes Visuais, Teatro e Dança. Sua origem remonta à aprovação do curso de Educação Artística pelas Resoluções 42/1975-CONSUNI e 72/1975-CONSEPE, de 1º de agosto de 1975, licenciatura curta com habilitações em Desenho e Música que incorporou Artes Plásticas em 1978 e se tornou licenciatura plena em 1980. A partir de 2005, seguindo a LDB e as diretrizes curriculares, o ensino foi segmentado em cursos próprios (Artes Visuais em 2005, Teatro em 2006 e Dança em 2008), e a área de Design, antes ligada ao departamento, migrou para o novo Departamento de Design (DDGN) criado em 2020. No campo das artes visuais, o DEART mantém a Licenciatura em Artes Visuais (presencial, turno integral, 44 vagas anuais, CPC 4 em 2025), voltada à formação de professores e mediadores para a rede básica e para espaços não formais como museus, galerias e centros culturais, e abriga o PPGAV, Mestrado Acadêmico em Artes Visuais aprovado pelo CONSEPE em outubro de 2023, recomendado pela CAPES em 2024 e reconhecido pelo MEC em março de 2025, com área de concentração em Teorias e Práxis das Artes Visuais. O departamento ocupa prédio próprio (Principal e Anexo) na Avenida Senador Salgado Filho, 3000, entre o DAS e a Comperve, próximo ao Anfiteatro da UFRN, e mantém a Galeria Laboratório do DEART e a Semana de Artes Visuais (SAV) como braços de exposição e extensão dos cursos.
A Escola de Belas Artes da UFMG (EBA) é pioneira no ensino de Artes em Minas Gerais em nível de graduação, especialização, mestrado e doutorado. Suas origens remetem ao Instituto de Belas Artes de Belo Horizonte, criado em 1944 pelo então prefeito Juscelino Kubitschek, mas o marco inaugural da Escola se deu em 5 de abril de 1957, com a criação do Curso de Arte pela Congregação da Escola de Arquitetura da Universidade de Minas Gerais, ainda no centro de Belo Horizonte. Transferida para o campus Pampulha em 1963 e desvinculada da Escola de Arquitetura em janeiro de 1968, a EBA foi formalmente criada como unidade acadêmica pelo Decreto-Lei nº 62.317, de 28 de fevereiro de 1968, instalando-se em sede própria no Campus Pampulha em 1972. Hoje a escola é uma unidade multidisciplinar da UFMG com cerca de 115 docentes em três departamentos (Artes Plásticas, Desenho e Fotografia, Teatro e Cinema), oferecendo seis cursos de graduação integrais — com destaque para Artes Visuais (bacharelados em Artes Gráficas, Desenho, Escultura, Gravura e Pintura, além de Licenciatura) —, duas graduações interunidades (Design, com a Escola de Arquitetura, e Museologia, com a Escola de Ciência da Informação) e pós-graduação em Artes classificada com nota 5 pela Capes (mestrado e doutorado acadêmicos, Especialização em Ensino de Artes Visuais a distância e Mestrado Profissional PROF-ARTES). Abriga ainda o CECOR (Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis, criado em 1980), referência nacional na área. Entre seus ex-alunos destacam-se Ana Maria Tavares, Rivane Neuenschwander, Paulo Nazareth, Cinthia Marcelle, Mabe Bethônico e Jonathas de Andrade.
A ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo) foi criada em 16 de junho de 1966 como Escola de Comunicações Culturais (ECC), por decreto estadual assinado pelo governador Laudo Natel, e adotou o nome atual em 1969, quando passou a oferecer formação universitária na área de Artes. É uma das unidades de ensino da USP — universidade pública mantida pelo Estado de São Paulo — e sua sede fica na Cidade Universitária (Butantã), na Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, em São Paulo. Em 2026 a escola completa 60 anos. A formação em artes plásticas começou em 1971, quando surgiram as graduações em Artes Plásticas e Música e foi fundado o Departamento de Artes Plásticas (CAP), com a proposta de integrar à universidade o conhecimento gerado pela prática artística. Hoje o CAP oferta o Bacharelado em Artes Visuais e a Licenciatura em Artes Visuais, curso estruturado a partir de 2020, com duração ideal de oito semestres, currículo permeável, prova de habilidades específicas no vestibular e possibilidade de obter os dois títulos em no mínimo seis anos. Na pós-graduação, o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) é o mais antigo do Brasil na área de artes, com mestrado lançado em 1972 (implementado oficialmente em 1974) e doutorado criado em 1980, que por 15 anos foi o único doutorado em artes plásticas do país. O programa, ligado historicamente a nomes como Walter Zanini — cofundador do curso de Artes da ECA e ex-diretor do MAC USP (museu da universidade, perfilado à parte) —, mantém as áreas de concentração Poéticas Visuais e Teoria, Ensino e Aprendizado da Arte. O CAP mantém ainda o espaço expositivo Espaço das Artes (EdA) e cursos de cultura e extensão abertos ao público.
A Escola de Artes Fritz Alt (EAFA) é uma escola pública municipal de formação em artes visuais de Joinville (SC), integrada à Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior, sediada na rua Dona Francisca, 800, no bairro Saguaçu. Segundo a antiga Fundação Cultural de Joinville (FCJ), a escola integra a Casa da Cultura desde a criação desta unidade, ao lado da Escola de Ballet e da Escola de Música Villa-Lobos, e em 1971 passou a atuar com o ensino da infância por meio da Escolinha de Artes Infantis, marco mais antigo de sua atuação documentado. A escola homenageia o artista plástico alemão radicado em Joinville Fritz Alt (Lich, Alemanha, 1902 - Joinville, 1968), autor do Monumento ao Imigrante (1951), e a casa onde o artista morou abriga hoje o Museu Casa Fritz Alt, entidade distinta da escola, já perfilada no projeto. Hoje a escola é uma coordenadoria da Secretaria de Cultura e Turismo (SECULT) do Município de Joinville, vinculada à Unidade da Casa da Cultura, e oferece cursos e oficinas regulares de artes visuais para crianças (6 a 11 anos), adolescentes (12 a 17 anos) e adultos, com ingresso por processo seletivo anual, além do Programa de Extensão, que leva cursos como o de Teatro a equipamentos comunitários dos bairros. Expõe periodicamente os trabalhos dos alunos na Galeria Municipal de Artes Victor Kursancew e nos corredores da Casa da Cultura, e segue ativa: realizou processo seletivo para os cursos de 2025, abriu mostras didáticas em outubro de 2024 e mostra de arte têxtil em outubro de 2025, e mantém página institucional oficial atualizada em junho de 2026.
Escola livre de artes visuais mantida pelo IDC - Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia, instituição privada sem fins lucrativos fundada em março de 2001, em Manaus, como legado do maestro Dirson Costa (1923-2001), regente piauiense radicado no Amazonas, aluno de Villa-Lobos no Conservatório Nacional de Música e criador do Conservatório Amazonense de Música, da primeira Orquestra Sinfônica do Teatro Amazonas e do Coral do Teatro Amazonas. A escola abriu ao público em 2003, um ano após a oficina-piloto de pintura que reuniu 43 indígenas de dez etnias, e ficou conhecida por formar, entre 2005 e 2007, artistas dos povos Tukano, Apurinã e Wanano — como Duhigó, primeira artista visual profissional Tukano — apontados pela Prefeitura de Manaus como a primeira formação e profissionalização de artistas indígenas nas artes visuais da cidade, por meio de cursos de pintura, marchetaria de quadros e xilogravura (em 2018 com patrocínio do Banco da Amazônia via Lei Rouanet). Funciona na sede do instituto, na Rua Humaitá, 155, 1º andar, bairro Cachoeirinha, junto ao Ateliê-Escola, à Galeria de Arte e ao Museu de Arte e Imaginário da Amazônia (MAIA, registrado no Cadastro Nacional de Museus em 2008 e em fase de implantação). Sem evidência de encerramento: o site oficial segue no ar em setembro de 2026 com horários de funcionamento e oferta de cursos no presente, mas não localizamos fonte datada de 2025-2026 confirmando turmas abertas.
A Escola de Artes Veiga Valle foi fundada em 23 de outubro de 1967 pelo artista Luiz Curado (instalação oficial em 18 de maio de 1968), inspirada no movimento de integração da arte na educação de Augusto Rodrigues, e é reconhecida como a primeira escola pública estadual de ensino de artes de Goiás, com primeira sede no Museu Zoroastro Artiaga, em Goiânia, direção de Cecy Curado e atuação das docentes Edméia Jordão e Maria Castro Miranda. Dedicada ao ensino livre de artes plásticas para crianças e jovens, formou gerações de artistas goianos e, a partir de 1999-2000, instalou-se no prédio do antigo Colégio Carlos Chagas, na Rua 18, nº 81, Setor Central, sede descrita pela imprensa como casarão composto por edifícios do século 19. Em 2002 a instituição foi transformada em Centro de Educação Profissional em Artes e passou a se chamar Basileu França, incorporando-se depois ao ITEGO (2015) e, desde 2021, à rede estadual Escolas do Futuro de Goiás como EFG em Artes Basileu França, ativa hoje no mesmo endereço, e o nome Veiga Valle seguiu sendo usado pela comunidade escolar em mostras na Assembleia Legislativa de Goiás ainda em 2007 e 2012. O nome homenageia José Joaquim da Veiga Valle (1806-1874), santeiro, escultor e dourador nascido em Meia Ponte, atual Pirenópolis, e não um ceramista. Como entidade própria, a Escola de Artes Veiga Valle não opera mais desde a renomeação de 2002, o que fica registrado nesta ficha para decisão da curadoria.
A Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV) é uma escola livre de arte contemporânea fundada em 1975 por Rubens Gerchman, que foi seu primeiro diretor, e ocupa o palacete do Parque Lage na Rua Jardim Botânico, 414, aos pés do Corcovado. A escola resultou da transformação do Instituto de Belas Artes, criado em 1957 pela Secretaria de Cultura do Estado da Guanabara e transferido para o Parque Lage em 1966, em um modelo aberto, não seriado, experimental e transdisciplinar, no contexto da fusão dos antigos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, tendo sido renomeada Escola de Artes Visuais por decreto em 1976. O palacete, construído em 1920 a partir de projeto do arquiteto italiano Mario Vodret como residência do industrial Henrique Lage e da cantora Gabriela Besanzoni, é tombado pelo IPHAN e pelo INEPAC e está temporariamente fechado para restauro (projeto anunciado em 2019), com a escola mantendo matrículas abertas e programação ativa em 2026. Nos anos 1970, a EAV tornou-se um ambiente de resistência cultural ao regime militar, reunindo cerca de 65 oficinas e dois mil alunos, a 1ª Exposição Mundial de Fotografia, montagens como O Rei da Vela de José Celso Martinez Corrêa, o núcleo de cinema CINEAVE e a primeira revista gay brasileira, a Lampião. Em 1984, a exposição Como vai você, Geração 80?, com curadoria de Marcus Lontra e Paulo Roberto Leal, reuniu 123 artistas, entre eles Beatriz Milhazes, Leonilson, Leda Catunda e Luiz Zerbini, consagrando a escola como berço dessa geração. Em 2000, o projeto Zona Instável foi inaugurado nas Cavalariças do parque, galpão de usos expositivos ligado à escola, consolidando o Parque Lage como um dos centros mais vibrantes da criação contemporânea no país. Escola pública de âmbito estadual, vinculada historicamente ao governo do Rio de Janeiro, a EAV conta com o apoio da AMEAV, associação sem fins lucrativos que capta recursos e articula parcerias para seus programas. Seu Programa de Ensino articula cursos livres presenciais, online e híbridos em três eixos de formação e três etapas (Fundamentos, Desenvolvimento, Avançado), somando o Programa de Formação Gratuita, oferecido por chamada pública com 65 participantes por semestre, e o Programa de Bolsas para Cursos Livres, com 50 bolsas integrais por semestre. A escola mantém ainda programação cultural com exposições, o cineclube CINE LAGE, visitas mediadas e participação em edições da ArtRio em apoio ao programa de bolsas.
A Escola de Belas Artes da UFRJ é herdeira direta da Academia Imperial de Belas Artes, inaugurada em 1826 no Rio de Janeiro a partir do projeto de Joachim Lebreton e da Missão Artística Francesa, chegada em 1816, quando D. João VI criou a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios — marco do ensino artístico oficial no Brasil. Com a República, virou em 1890 a Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), referência do academicismo carioca e formadora de gerações de artistas, de Rodolfo Amoedo a Portinari. Foi incorporada à universidade em 1931 (Universidade do Rio de Janeiro, depois Universidade do Brasil em 1937) e, em 1965, passou a se chamar Escola de Belas Artes (EBA), unidade do Centro de Letras e Artes (CLA) da UFRJ. Não confundir com o MNBA (Museu Nacional de Belas Artes), museu irmão instalado no antigo prédio da escola na Praça Tiradentes. Entre 1974 e 1975 a escola migrou do centro do Rio para o Edifício Jorge Machado Moreira (JMM), na Cidade Universitária da Ilha do Fundão — prédio modernista projetado pelo arquiteto homônimo com jardins e painel de Roberto Burle Marx, compartilhado com a FAU e o IPPUR e tombado em 2016. Ali funcionam a Biblioteca Integrada EBA/FAU/IPPUR, o Ateliê de Pintura Cândido Portinari (o "Pamplonão", criado em 1990 na gestão de Fernando Pamplona) com a Galeria Macunaíma e os laboratórios do curso de Conservação e Restauração. A escola mantém ainda unidades de memória próprias — o Museu Dom João VI (criado em 1979, com acervo da AIBA e da ENBA), a Biblioteca de Obras Raras (acervo iniciado em 1834) e o Arquivo Histórico. A página oficial de contatos da UFRJ registra hoje a Direção da EBA no Edifício da Faculdade de Letras (Av. Horácio Macedo, 2151, Bloco D), sob direção da professora Madalena Ribeiro Grimaldi. A EBA está ativa: oferece 13 cursos de graduação e a pós-graduação stricto sensu em Artes Visuais (PPGAV, criado em 1985) e em Design (PPGD, 2016), realiza a Bienal da EBA (10ª edição em 2025, no Centro Cultural dos Correios) e mantém, desde novembro de 2025, exposição e laboratórios em funcionamento no JMM, com eleição de direção para a gestão 2026-2030 em curso. O site oficial (eba.ufrj.br) estava inacessível no acesso direto em 04/09/2026, e os dados foram conferidos via snapshot de 03/12/2025 no Wayback Machine.
Fundada em 17 de dezembro de 1877 pelo pintor Miguel Navarro Cañizares como Academia de Belas Artes da Bahia, é a segunda escola de artes do Brasil e a segunda escola superior da Bahia. Em 1891 passou a se chamar Escola de Belas Artes da Bahia, nome com o qual foi incorporada, em dezembro de 1948, à recém-criada Universidade da Bahia, atual UFBA, tornando-se a Escola de Belas Artes da UFBA (EBA-UFBA). Desde o fim da década de 1960 está sediada no campus do Canela, em Salvador, no edifício da Avenida Araújo Pinho tombado como patrimônio cultural da Bahia (Lei 8.895/2003 e Decreto 8.722/2003), onde mantém a Galeria Cañizares (fundada em 1970), a Galeria do Aluno e acervo próprio. Hoje é a unidade de artes visuais e design da UFBA. Oferece graduação em Artes Visuais, Design, Design de Interiores e Licenciatura em Desenho e Plástica, pós-graduação stricto sensu com o PPGAV (Mestrado e Doutorado em Artes Visuais, linhas História e Teoria da Arte e Processos de Criação Artística) e o PPGDesign (Mestrado em Design), especialização lato sensu em Arte-Educação, cursos livres e extensão, apoiados em laboratórios de gravura, cerâmica, fotografia, desenho, serigrafia (NAPEX) e fabricação digital (FabLab).
Desde 1877
A Escola de Música e Belas Artes do Paraná, chamada em Curitiba apenas de "Belas Artes", nasceu de um movimento deflagrado em 1947 na Sociedade de Cultura Artística Brasílio Itiberê e começou a funcionar em 17 de abril de 1948, sendo oficializada pela Lei estadual nº 259, de 3 de outubro de 1949, e reconhecida pelo Conselho Federal de Educação desde 1954. A organização foi confiada ao professor Fernando Corrêa de Azevedo, que estudou escolas congêneres como a Escola de Belas Artes de Belo Horizonte (futura Guignard) e reuniu um corpo docente que incluiu Bento Mossurunga, Waldemar Curt Freyesleben e Frederico Lange de Morretes, formando gerações de artistas paranaenses a partir da primeira sede na Rua Emiliano Perneta (nº 50, depois nº 179). Estabelecimento público estadual de ensino superior, a EMBAP é hoje o Campus de Curitiba I da UNESPAR — universidade criada por lei estadual em 2001, que saiu do papel em 2011 e foi credenciada por decreto em 4 de dezembro de 2013, reunindo oito faculdades estaduais. Funciona em duas sedes no centro de Curitiba (Rua Barão do Rio Branco, 370, e Rua Saldanha Marinho, 131), atende cerca de 1.250 alunos e mantém o Centro de Artes e Museologia (Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais, Bacharelado em Museologia), o Mestrado em Artes Visuais (PPGAV) e a Galeria EMBAP, além do Centro de Música com Mestrado em Música (PPGMUS), que completa a vocação dupla do nome. Não confundir com a Faculdade de Artes do Paraná (FAP), atual Campus Curitiba II da UNESPAR: instituição irmã distinta, herdeira do Conservatório Estadual de Canto Orfeônico e da Faculdade de Educação Musical do Paraná, que entrou na UNESPAR ao lado da EMBAP.
A Escola Focus (nome oficial Focus Escola de Fotografia) foi fundada em 1975 em Sao Paulo pelo fotografo e professor Enio Leite, sendo apresentada como a primeira escola de fotografia do Brasil. Sua sede fica na Rua Riachuelo, 265, 1o andar, no centro de Sao Paulo, regiao do Largo Sao Francisco, proxima as estacoes Se e Anhangabau do metro, endereco confirmado pelo proprio site oficial em snapshot de 2016. Em 1980, alunos e professores participaram da mobilizacao que levou a criacao da Abrafoto (Associacao Brasileira de Fotografos Profissionais) e ao reconhecimento da profissao de reporter fotografico perante o Ministerio do Trabalho. Passaram pelo corpo docente nomes como Nelson Kon, Walter Firmo, Eduardo Zocchi, Joao Luiz Musa, Klaus Miteldorf e JR Duran, entre outros, e a escola mantem papel de destaque no ensino profissionalizante de fotografia no pais.
Desde 1975
A Escola Livre de Artes Arena da Cultura (ELA-Arena) é a escola pública municipal de formação artística de Belo Horizonte, mantida pela Fundação Municipal de Cultura (FMC) da Prefeitura de Belo Horizonte. Nasce do Programa Arena da Cultura, criado em 1998 como política de formação e descentralização cultural, e obteve status de escola em 2014, pelo decreto municipal 15.775/2014. Tem sede no Núcleo de Formação e Criação Artística e Cultural (NUFAC), na Av. dos Andradas, 367, Centro, e oferece cursos e oficinas gratuitos com certificação em todas as nove regionais da cidade e via ensino a distância (Escola Expandida, plataforma ead.pbh.gov.br). Segue ativa: em julho de 2026 abriu cerca de 2.800 vagas para o segundo semestre de 2026, em 23 unidades culturais. As fontes oficiais não registram linhagem institucional com a Escola Guignard (instituição de mantenedor estadual, perfilada à parte) — a genealogia da ELA-Arena é própria, derivada do Arena da Cultura de 1998.
Desde 2014
A ELÃ – Escola Livre de Artes, registrada nesta base como Escola Livre de Artes da Maré, é uma escola-residência em artes visuais inaugurada em 2019 no Galpão Bela Maré, na Nova Holanda, Conjunto de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro. É iniciativa do Observatório de Favelas, realizada em parceria com a produtora Automatica, e é concebida anualmente a partir de turmas temáticas: encontros semanais, majoritariamente aos sábados no galpão, organizados em laboratórios (Percursos, Corpos, Materialidades, Conceitos e Agenciamentos), com vivências em artes, acompanhamento curatorial individual, bolsas de residência e exposição coletiva com catálogo ao final. Destina-se a pessoas artistas oriundas ou residentes de favelas e periferias da metrópole do Rio de Janeiro, selecionadas com diversidade de gênero, identidade étnico-racial, sexualidade e território, com metodologia calcada na coletividade e referencial descentralizado da história da arte hegemônica. A turma inaugural, 'O nome que a gente dá às coisas' (2019-2020), teve edital lançado em junho de 2019 com 25 vagas e bolsa de R$ 500, culminando na exposição Bela Verão no galpão. Seguiram-se 'Construindo masculinidades outras' (2020-2021, em parceria com o projeto GlobalGRACE, formato híbrido na pandemia), 'Ecologias do Bem Viver' (2022), 'Pista Ritmo Fluxo' (2023, o baile como orientação poética e metodológica), 'Caminho' (2024), 'Desejar' (2025) e 'Confluências' (2026, sétima edição, a primeira fora do Rio de Janeiro, realizada no Ceará em parceria com o Hub Cultural Porto Dragão e o Centro Dragão do Mar, com exposição no Museu de Arte Contemporânea do Ceará). Em três edições até 2023 formou 53 artistas, com bolsas mensais de R$ 700 nas turmas de 2022 e 2023 (viabilizadas pela Lei Federal de Incentivo à Cultura com apoio da Samambaia Filantropias), egressos indicados ao Prêmio PIPA e presença em exposições e feiras do Sudeste. Desambiguação: a ELÃ é distinta do Centro de Artes da Maré, equipamento da Redes de Desenvolvimento da Maré na mesma rua (número 181) que abriga a Escola Livre de Dança da Maré, e também é distinta do próprio Galpão Bela Maré, espaço-sede que consta nesta base como entidade separada.
Fundada em 7 de abril de 1963 pelo artista plástico argentino Enrique Lipszyc, com apoio decisivo do cartunista Ziraldo na escolha de São Paulo como sede, a Escola Panamericana de Arte nasceu na Rua Augusta com seis salas de aula, oito professores e quatro cursos livres (pintura, desenho, histórias em quadrinhos e caricatura). Tornou-se referência nacional na formação de criativos: passaram pela escola nomes como Vik Muniz, Mauricio de Sousa, Aldemir Martins e Ziraldo, com Washington Olivetto no conselho. Em 1987 tinha cerca de 5.000 alunos e, aos 50 anos (2013), estimava cerca de 100 mil formados. Depois da Rua Augusta, a escola ocupou a Rua Conselheiro Brotero e passou a operar unidades na Avenida Angélica (Higienópolis) e na Rua Groenlândia, 77 (Jardins), esta com a pirâmide projetada pelo arquiteto Siegbert Zanettini. Em 2001 passou a se chamar Panamericana Escola de Arte e Design. Em 21 de novembro de 2025 a ESPM anunciou a incorporação da escola e, a partir de janeiro de 2026, o campus passou a se chamar ESPM/Panamericana, mantendo a marca e a oferta própria de cursos. Ativa e sob o grupo ESPM, opera como Campus Sede na Avenida Angélica, 1900. Não oferece graduação (bacharelado ou licenciatura): a oferta atual combina formação livre (de 6 meses a 3 anos), pós-graduação lato sensu (algumas em parceria com ESPM, Glamour, Abragames e Bravi/Inovacine), formação técnica (Design de Interiores, inclusive EAD), intensivos e cursos on demand. Não confundir com a Escola Pan-Americana, escola de ensino básico norte-americana situada no Alto de Pinheiros.
Desde 1998
Desde 2015
Desde 1971
Desde 1971
Desde 1975
Desde 1957
Desde 1966
Desde 1971
Desde 2003
Desde 1967
Desde 1975
Desde 1816
Desde 1948
Desde 2019
Desde 1963